Home > Educação > Nem todo mundo tem que dançar
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Chegaram as festas juninas e o temido bilhete convidando a turma pra dançar parece uma ameaça para minha filha, de 9 anos, que morre de vergonha de qualquer apresentação escolar.

Até ano passado eu incentivei – pra não dizer que forcei – a participação dela nas festas da escola, mas esse ano resolvi ouvir seu pedido e respeitar. E querem saber?  Foi um alívio para ela e para mim também.

Fico imaginando quantas vezes podemos evitar discussões, choros, chateações e não fazemos só por causa de alguma tradição ou de uma vontade que é só nossa.

Claro que nem tudo pode ser escolhido ou decidido por eles, isso já sabemos. Mas aquilo que não vai trazer nenhum maleficio, que não tem nenhum comprometimento educacional e que não agrada nossos filhos merece ser revisto por nós.

Afinal, nós já passamos por esse período e é fácil lembrar que fazer uma coisa por obrigação além de não ter nenhuma graça, não tira de nós aquilo que podemos fazer de melhor. Quando fazemos com amor, com dedicação e com vontade é agradável para quem assiste e muito mais para nós mesmos.

Então, é hora de desapegar dessa vontade se ela é só nossa. Deixar quem quer dançar mostrar como se faz e nos alegrar em brincar e festejar a cultura brasileira de outro jeito!

Boa semana!

One Comment, RSS

  • Kamilla

    says on:
    13 de julho de 2017 at 22:45

    Que bacana Dagma! Vamos parar com essa história de que só os extrovertidos são fgelizes. Tem gente que é feliz em assistir e pronto.Parabéns!

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