Principal > Saúde > Mudou a estação!
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Uma mãe sabe bem o incômodo das doenças respiratórias. O filho pode ser pequeno ou grande, não adianta, a gente sofre em ver os olhinhos lacrimejando, a tosse enjoada e o nariz escorrendo (com secreção)! E é só mudar a estação para as danadas começarem a rondar.

Os casos já começaram a aparecer e achei muito válida essa matéria que o jornal O Diário fez com nosso “amigão” (meu filho João Miguel o chama assim até hoje), Dr Ronald Young Júnior, médico alergologista.

Pedi licença ao jornal e ao Dr Ronald para publicar a matéria, assinada por minha colega Virna Alencar, aqui no nosso cantinho. Vale a pena a leitura e a prevenção!

Alerta às doenças de outono
Queda da temperatura e a baixa umidade relativa do ar colaboram para o contágio das vítimas

Virna Alencar

A transição entre o término do verão e os primeiros dias do outono é marcada pela queda brusca da temperatura e pela redução da umidade relativa do ar. A associação de fatores contribui para a incidência de doenças respiratórias infecciosas (gripes, resfriados, faringo-amigdalite, laringite, otite, rinossinusite e pneumonia) ou alérgicas (rinite, asma e traqueobronquite).

No entanto, especialistas orientam que a mudança de hábitos, além de medidas preventivas em casa, podem evitar as chamadas “doenças de outono”. O médico alergologista Ronald Young Junior destacou que um dos principais sintomas é o ressecamento das vias respiratórias (nariz, seios da face, ouvidos, garganta, traquéia e pulmões).

“Isso diminui parte importante das nossas defesas, nesses órgãos ou tecidos. Em decorrência dessas mudanças climáticas, as pessoas passam a conviver em ambientes pouco ventilados, favorecendo a disseminação de microrganismos, principalmente os vírus. Além disso, a queda na umidade relativa do ar, bem como a maior ocorrência de ventos, aumentam a ‘circulação’ de partículas de poeira, fumaça e poluentes”, explicou.

Grupo de risco: crianças e grávidas

Ronald disse que todas as pessoas, independente de doenças pré-existentes, podem sofrer as influências e serem acometidas por essas doenças. “Crianças abaixo de 2 anos, desnutridos, mulheres grávidas e indivíduos que se encontram sob tratamentos de doenças crônicas constituem os chamados ‘grupos de risco’ devido à imunidade baixa. Os profissionais de saúde, pelo contato diário com indivíduos doentes, também podem se incluídos neste grupo”, ressaltou.

Ronald explicou que a principal e comprovada medida preventiva é a vacina (anti-influenza, anti-pneumocócica, anti-hemófilos, entre outras), além de alimentação saudável (vitaminas das frutas e vegetais), exercícios físicos adequados às diversas idades, evitar grandes aglomerações (principalmente em ambientes fechados), higiene frequente das mãos e das vias respiratórias. “É preciso ainda evitar a fumaça de cigarro, da queima do lixo, das lavouras, dos veículos e das indústrias”, aconselhou.

Os principais sintomas são: tosse, espirros, secreção nasal (coriza), dificuldade para respirar, chiado no peito – acompanhados ou não de febre, mal estar, falta de apetite e disposição, dentre outros.

Ronald

Um Comentário, RSS

  • Eneyda Malagris

    fala sobre:
    14 de junho de 2016 at 22:12

    Este chiado no peito me assusta muito….tive qd eta criança e tenho trauma… Uso em caso extremo em minha filha corticóide….mas uso somente preventivos para q não ocorra esta necessidade. Amei a matéria…

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